Glutamina 200g

Benefícios Principais

Fornece L-glutamina em apresentação concentrada e de fácil diluição. Pode complementar a ingestão nutricional quando houver indicação profissional. Pode integrar protocolos específicos de nutrição esportiva ou clínica. Participa do metabolismo normal de células intestinais e imunológicas. Oferece formato em pó para ajuste individualizado da quantidade utilizada.
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Glutamina 200g

Glutamina 200g

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Glutamina Pura 200g

L-Glutamina em pó para suplementação nutricional individualizada

 

CONTEÚDO DA EMBALAGEM

1 pote contendo 200g de L-Glutamina em pó.

A glutamina é um aminoácido naturalmente produzido pelo organismo e também obtido por meio de alimentos ricos em proteínas.

Ela participa de diferentes processos metabólicos, incluindo:

  • Transporte de nitrogênio entre os tecidos.
  • Síntese de proteínas e nucleotídeos.
  • Metabolismo energético.
  • Equilíbrio ácido-base.
  • Produção de glutationa.
  • Funcionamento de células intestinais e imunológicas.

Embora desempenhe funções importantes, a presença da glutamina nesses processos não significa que sua suplementação produza os mesmos benefícios em todas as pessoas.

Adultos saudáveis geralmente conseguem produzir e obter glutamina suficiente por meio da alimentação.

Em situações de grande estresse metabólico, como traumas graves, queimaduras extensas ou determinadas doenças críticas, a utilização de glutamina pode aumentar. Nesses casos, qualquer suplementação deve fazer parte de um protocolo clínico definido pela equipe responsável.

A Glutamina 200g não deve ser apresentada como tratamento para sarcopenia, doenças intestinais, baixa imunidade, viroses, infecções ou recuperação pós-cirúrgica.

 

BENEFÍCIOS POTENCIAIS

  • Fornece L-glutamina em apresentação concentrada e de fácil diluição.
  • Pode complementar a ingestão nutricional quando houver indicação profissional.
  • Pode integrar protocolos específicos de nutrição esportiva ou clínica.
  • Participa do metabolismo normal de células intestinais e imunológicas.
  • Oferece formato em pó para ajuste individualizado da quantidade utilizada.

Os benefícios dependem da condição clínica, da alimentação, da dose, da duração do uso e da necessidade individual.

Não existe garantia de:

  • Aumento da imunidade.
  • Redução da frequência de infecções.
  • Fechamento de um “intestino permeável”.
  • Fim do inchaço abdominal.
  • Tratamento de doenças inflamatórias intestinais.
  • Prevenção ou reversão da sarcopenia.
  • Aumento de massa muscular.
  • Redução do catabolismo em pessoas saudáveis.
  • Melhora da absorção de todos os nutrientes.

 

PERFIL DE USUÁRIO DO PRODUTO

A suplementação pode ser considerada para adultos que:

  • Receberam indicação individualizada de médico ou nutricionista.
  • Possuem dificuldade de atingir determinada ingestão nutricional pelo plano alimentar.
  • Participam de protocolos esportivos ou clínicos supervisionados.
  • Preferem uma apresentação em pó e sem saborização.
  • Não apresentam contraindicações à suplementação de aminoácidos.

Pessoas idosas, pacientes internados ou indivíduos com doenças intestinais não devem iniciar o uso apenas com base nas funções fisiológicas da glutamina.

Esses grupos apresentam condições muito diferentes e podem precisar de avaliação de:

  • Estado nutricional.
  • Ingestão de proteínas.
  • Função renal.
  • Função hepática.
  • Medicamentos utilizados.
  • Presença de inflamação ou infecção.
  • Capacidade de alimentação e absorção.

 

O QUE É A GLUTAMINA?

A glutamina é um aminoácido formado a partir de glutamato e amônia.

Ela é considerada não essencial ou condicionalmente essencial.

O termo “não essencial” significa que o organismo normalmente consegue produzi-la.

O termo “condicionalmente essencial” indica que, em determinadas situações de estresse metabólico intenso, a demanda pode superar temporariamente a produção endógena.

Isso não significa que todas as pessoas submetidas a estresse emocional, exercícios ou infecções leves apresentem deficiência de glutamina.

Também não significa que qualquer redução da concentração sanguínea seja corrigida adequadamente com 5g ao dia.

 

ONDE A GLUTAMINA É PRODUZIDA?

O músculo esquelético é um dos principais locais de síntese e armazenamento de glutamina.

Outros tecidos também participam do seu metabolismo, incluindo:

  • Fígado.
  • Pulmões.
  • Rins.
  • Intestino.
  • Células imunológicas.

O organismo regula continuamente sua produção, utilização e liberação.

Essa regulação é mais complexa do que a ideia de que as reservas simplesmente “despencam” após qualquer treino, estresse ou virose.

 

GLUTAMINA E CÉLULAS INTESTINAIS

Enterócitos e outras células intestinais podem utilizar glutamina como fonte de carbono e nitrogênio.

Ela participa de processos relacionados a:

  • Produção de energia celular.
  • Renovação do epitélio.
  • Síntese de nucleotídeos.
  • Manutenção das junções entre as células.
  • Resposta ao estresse metabólico.

Contudo, dizer que as células intestinais são “viciadas” em glutamina é inadequado.

O intestino utiliza diversos nutrientes e fontes energéticas, incluindo glicose, glutamato e ácidos graxos produzidos pela microbiota.

 

GLUTAMINA E BARREIRA INTESTINAL

A barreira intestinal é formada por múltiplos componentes:

  • Células epiteliais.
  • Junções intercelulares.
  • Muco.
  • Microbiota.
  • Sistema imunológico.
  • Fluxo sanguíneo.

A glutamina pode influenciar algumas dessas estruturas em condições experimentais e clínicas específicas.

Uma meta-análise recente encontrou possível redução da permeabilidade intestinal em determinados protocolos, mas os resultados variaram conforme dose, duração e população estudada.

Isso não significa que 5g ao dia funcionem como cimento ou fechem buracos no intestino.

Também não significa que toda pessoa com gases, distensão ou desconforto apresente permeabilidade intestinal aumentada.

 

O QUE É “INTESTINO PERMEÁVEL”?

A expressão “intestino permeável” é frequentemente usada de forma imprecisa em conteúdos comerciais.

A permeabilidade intestinal pode ser medida em pesquisas e pode estar alterada em algumas doenças.

Entretanto, não constitui uma explicação comprovada para todos os casos de:

  • Inchaço abdominal.
  • Cansaço.
  • Dor de cabeça.
  • Doenças autoimunes.
  • Ganho de peso.
  • Alergias.
  • Alterações de humor.

Não existe um diagnóstico universal denominado “síndrome do intestino permeável” que possa ser tratado de forma geral com glutamina.

 

GLUTAMINA E DISTENSÃO ABDOMINAL

Distensão abdominal pode ocorrer por diferentes motivos:

  • Constipação.
  • Intolerância à lactose.
  • Doença celíaca.
  • Fermentação de carboidratos.
  • Síndrome do intestino irritável.
  • Alterações da microbiota.
  • Aerofagia.
  • Doenças inflamatórias.
  • Outras condições gastrointestinais.

Não há comprovação de que 5g de glutamina eliminem a distensão abdominal em qualquer uma dessas situações.

O tratamento deve ser direcionado à causa.

 

GLUTAMINA E SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

Um ensaio clínico observou benefício com glutamina em pacientes com uma condição muito específica:

  • Síndrome do intestino irritável com predominância de diarreia.
  • Início após infecção intestinal.
  • Permeabilidade intestinal aumentada confirmada.

Esse resultado não pode ser aplicado automaticamente a todos os pacientes com síndrome do intestino irritável.

Também não comprova benefício com 5g ao dia, pois o protocolo estudado utilizou dose e duração específicas.

A glutamina não substitui avaliação para doença celíaca, intolerâncias alimentares, infecções ou outras causas de diarreia.

 

GLUTAMINA E DOENÇA DE CROHN

As evidências disponíveis não demonstram que a glutamina induza remissão da doença de Crohn.

Revisões identificaram poucos estudos, amostras pequenas e baixa qualidade das evidências.

Não houve demonstração consistente de melhora da permeabilidade intestinal ou dos sintomas.

A suplementação não substitui:

  • Imunossupressores.
  • Biológicos.
  • Corticoides quando indicados.
  • Nutrição enteral terapêutica.
  • Acompanhamento gastroenterológico.

 

GLUTAMINA E RETOCOLITE ULCERATIVA

Os estudos clínicos são insuficientes e apresentam resultados inconsistentes.

Não é possível indicar a glutamina como tratamento para:

  • Inflamação do cólon.
  • Sangramento intestinal.
  • Diarreia causada pela doença.
  • Indução ou manutenção de remissão.

Sangue nas fezes, perda de peso, febre ou dor abdominal persistente exigem avaliação médica.

 

GLUTAMINA E DOENÇAS AUTOIMUNES

Doenças autoimunes possuem causas multifatoriais que envolvem:

  • Predisposição genética.
  • Regulação imunológica.
  • Hormônios.
  • Fatores ambientais.
  • Infecções.
  • Alterações específicas de cada doença.

Não está comprovado que a maioria das doenças autoimunes comece por aumento da permeabilidade intestinal.

Também não está demonstrado que a suplementação de glutamina:

  • Acalme respostas autoimunes.
  • Interrompa ataques aos tecidos.
  • Reduza a necessidade de medicamentos.
  • Trate lúpus, artrite reumatoide, tireoidite ou esclerose múltipla.

Pessoas com doenças autoimunes devem discutir o uso com o especialista responsável.

 

GLUTAMINA E ABSORÇÃO DE NUTRIENTES

A absorção de vitaminas e minerais depende de diferentes regiões e transportadores do trato gastrointestinal.

Também depende de:

  • Alimentação.
  • Integridade da mucosa.
  • Produção de bile.
  • Enzimas pancreáticas.
  • Acidez gástrica.
  • Medicamentos.
  • Doenças intestinais.

Não existe evidência de que a glutamina permita absorver 100% dos nutrientes ingeridos.

Nenhum intestino saudável absorve obrigatoriamente 100% de cada vitamina ou mineral.

 

GLUTAMINA E SISTEMA IMUNOLÓGICO

Células imunológicas utilizam glutamina durante ativação, proliferação e produção de mediadores.

Essa função fisiológica não comprova que a suplementação fortaleça a imunidade de pessoas saudáveis.

O sistema imunológico não funciona como uma blindagem que pode ser simplesmente aumentada com um único aminoácido.

Não existe garantia de que 5g ao dia:

  • Reduzam resfriados.
  • Evitem viroses.
  • Previna infecções.
  • Aumentem glóbulos brancos.
  • Melhorem a resposta a vacinas.
  • Acelerem a recuperação de qualquer doença.

 

GLUTAMINA APÓS VIROSES

A maioria das viroses comuns é tratada com hidratação, alimentação conforme tolerância, descanso e acompanhamento dos sinais de alerta.

Não há comprovação de que a glutamina reergua rapidamente o sistema imunológico após uma virose.

Fraqueza persistente pode estar relacionada a:

  • Desidratação.
  • Baixa ingestão alimentar.
  • Anemia.
  • Infecção persistente.
  • Alterações cardíacas ou pulmonares.
  • Outras condições clínicas.

 

GLUTAMINA APÓS CIRURGIAS OU INTERNAÇÕES

Pacientes hospitalizados não devem iniciar glutamina por conta própria.

O efeito depende de:

  • Tipo de cirurgia.
  • Estado nutricional.
  • Função dos rins e do fígado.
  • Presença de sepse.
  • Falência de órgãos.
  • Via de administração.
  • Dose.
  • Momento de início.

Um grande estudo com pacientes críticos demonstrou aumento da mortalidade com suplementação precoce em altas doses.

Portanto, a ideia de que todo paciente internado precisa repor glutamina está incorreta.

 

GLUTAMINA EM PACIENTES CRÍTICOS

Em pacientes com choque, sepse grave ou falência de múltiplos órgãos, a suplementação indiscriminada pode ser prejudicial.

Produtos de uso domiciliar não devem ser utilizados como continuação automática de um protocolo hospitalar.

A equipe médica e nutricional deve avaliar individualmente a indicação, a via e a dose.

 

GLUTAMINA E SARCOPENIA

Sarcopenia é uma condição caracterizada principalmente por redução da força muscular, associada a menor quantidade ou qualidade muscular e prejuízo do desempenho físico.

Seu diagnóstico não deve ser feito apenas pela idade ou pela aparência.

A prevenção e o tratamento podem envolver:

  • Treinamento de força.
  • Ingestão adequada de proteínas.
  • Distribuição de proteína ao longo do dia.
  • Correção de deficiência de vitamina D quando presente.
  • Tratamento de doenças associadas.
  • Avaliação de medicamentos.
  • Consumo energético adequado.

A glutamina isolada não demonstrou capacidade consistente de prevenir ou tratar sarcopenia.

 

GLUTAMINA E IDOSOS

Um estudo recente avaliou a tolerabilidade da glutamina em idosos, mas tolerabilidade não equivale a eficácia contra sarcopenia.

Existem pesquisas que observaram resultados favoráveis quando a glutamina foi combinada com exercício ou outros nutrientes.

Entretanto, esses resultados não permitem afirmar que 5g de glutamina isolada:

  • Aumentem a força das pernas.
  • Evitem quedas.
  • Preservem a mobilidade.
  • Aumentem massa muscular.
  • Revertam sarcopenia.

Idosos com fraqueza, quedas ou perda involuntária de peso precisam de avaliação clínica e nutricional.

 

GLUTAMINA E SÍNTESE PROTEICA MUSCULAR

A glutamina participa do metabolismo proteico e do transporte de nitrogênio.

Porém, a ativação da síntese proteica muscular após uma refeição depende principalmente da disponibilidade de aminoácidos essenciais, especialmente leucina, além do estímulo do exercício de força.

A glutamina isolada não fornece todos os aminoácidos essenciais necessários para construir novas proteínas musculares.

Não deve substituir:

  • Proteínas alimentares.
  • Whey protein ou outras proteínas quando indicadas.
  • Aminoácidos essenciais.
  • Exercício resistido.

 

GLUTAMINA E CATABOLISMO

Catabolismo é um conjunto normal de processos em que moléculas são degradadas para produzir energia ou componentes metabólicos.

Em doenças graves e jejum prolongado, a degradação muscular pode aumentar.

Em pessoas saudáveis, a glutamina isolada não demonstrou impedir de forma consistente a degradação muscular causada pelo treinamento.

Um estudo durante musculação não encontrou melhora de força, composição corporal ou marcadores de degradação muscular.

 

GLUTAMINA E ATIVIDADE FÍSICA

A glutamina é frequentemente comercializada para atletas devido à redução transitória de sua concentração após exercícios muito prolongados.

Entretanto, meta-análises não encontraram efeito geral relevante sobre:

  • Composição corporal.
  • Força muscular.
  • Desempenho aeróbico.
  • Imunidade de atletas.

Alguns estudos isolados sugerem possível influência sobre determinados marcadores ou desconforto muscular, mas os resultados não são consistentes.

 

GLUTAMINA E RECUPERAÇÃO PÓS-TREINO

Não está comprovado que 5g imediatamente após o treino:

  • Aumentem a síntese proteica muscular.
  • Previnam dor muscular tardia.
  • Acelerem a recuperação.
  • Impeçam o catabolismo.
  • Produzam hipertrofia.

Para recuperação, os fatores mais importantes incluem:

  • Ingestão adequada de energia.
  • Proteína suficiente.
  • Carboidratos conforme o treinamento.
  • Hidratação.
  • Sono.
  • Planejamento adequado das cargas.

 

QUAL É O MELHOR HORÁRIO?

Não existe evidência consistente de que a glutamina precise ser consumida:

  • Em jejum.
  • Ao acordar.
  • Imediatamente após o treino.
  • Antes de dormir.

O horário pode ser escolhido conforme a prescrição, a rotina e a tolerabilidade.

O consumo em jejum não demonstrou superioridade para intestino ou imunidade.

 

GLUTAMINA E JEJUM

A ingestão em jejum não garante que toda a glutamina seja utilizada exclusivamente pelo intestino.

Após a ingestão, parte pode ser metabolizada pelo trato gastrointestinal e pelo fígado antes de alcançar a circulação sistêmica.

A presença de alimentos também não torna o suplemento necessariamente ineficaz.

 

COMPOSIÇÃO

Porção sugerida: 5g.

  • L-Glutamina: 5g.

Conteúdo total: 200g.

Rendimento estimado: aproximadamente 40 porções de 5g.

Informações que precisam ser confirmadas no rótulo ou laudo:

  • Teor real de L-glutamina.
  • Grau de pureza.
  • Ausência de D-glutamina em quantidade relevante.
  • Origem da matéria-prima.
  • Método de produção.
  • Ausência de maltodextrina.
  • Ausência de açúcares adicionados.
  • Ausência de aromatizantes ou corantes.
  • Presença ou ausência de glúten.
  • Presença ou ausência de lactose e soja.
  • Controles microbiológicos.
  • Metais pesados.
  • Correspondência entre o dosador e 5g.

As expressões “pura”, “micronizada”, “sem aditivos” e “sem açúcar” só devem ser utilizadas quando comprovadas pela documentação técnica.

 

MODO DE USO


Utilizar conforme orientação de médico ou nutricionista.


A sugestão apresentada é dissolver 5g em água ou outra bebida compatível.


Utilize balança ou dosador validado, pois o volume de um scoop pode variar conforme densidade e compactação do pó.


Não existe necessidade comprovada de ingerir exclusivamente em jejum.


Não existe necessidade comprovada de consumir imediatamente após o treino.


Não aumentar a dose com o objetivo de tratar doenças intestinais, reforçar a imunidade ou acelerar o ganho muscular.


Não utilizar como substituto de refeições, proteínas ou medicamentos.


Para uso em condições clínicas, siga exclusivamente a dose prescrita.

 

COMO PREPARAR

  • Coloque a quantidade prescrita em recipiente limpo.
  • Adicione água ou outra bebida em temperatura adequada.
  • Misture até obter dispersão uniforme.
  • Consuma após o preparo.
  • Não guarde a mistura por períodos prolongados sem orientação.

A solubilidade pode variar conforme temperatura, volume do líquido e características da matéria-prima.

 

PODE SER MISTURADA COM OUTROS PRODUTOS?

A glutamina pode ser adicionada a água, suco, vitaminas ou suplementos proteicos quando essa combinação fizer parte da orientação nutricional.

Misturar com whey protein não torna a glutamina automaticamente mais eficaz.

O consumo deve considerar a dieta completa e não apenas os suplementos isolados.

 

USO EM BEBIDAS QUENTES

Evite misturar em líquidos excessivamente quentes quando não houver informação de estabilidade da matéria-prima.

Temperaturas moderadas utilizadas para consumo imediato não necessariamente destroem toda a glutamina, mas o armazenamento prolongado em solução e calor pode afetar a estabilidade.

 

RESULTADOS ESPERADOS

A glutamina geralmente não produz uma sensação imediata específica.

Em pessoas saudáveis, pode não haver qualquer mudança perceptível.

Não existe garantia de:

  • Mais energia.
  • Menos infecções.
  • Redução de gases.
  • Fim da diarreia.
  • Melhora da constipação.
  • Aumento da força.
  • Ganho de massa muscular.
  • Redução de dores pós-treino.
  • Recuperação mais rápida.

A avaliação depende do objetivo definido, do contexto clínico e do acompanhamento profissional.

 

SEGURANÇA E TOLERABILIDADE

Doses usuais podem ser bem toleradas por muitos adultos saudáveis.

Entretanto, a segurança em longo prazo e em pessoas com doenças específicas não deve ser presumida.

Podem ocorrer:

  • Náusea.
  • Dor abdominal.
  • Gases.
  • Constipação.
  • Diarreia.
  • Dor de cabeça.
  • Reação alérgica.

Doses maiores não necessariamente produzem benefícios maiores.

 

DOENÇA RENAL

Pessoas com doença renal precisam de avaliação individualizada.

A orientação depende de:

  • Estágio da doença.
  • Necessidade ou não de diálise.
  • Ingestão total de proteínas.
  • Equilíbrio ácido-base.
  • Exames laboratoriais.
  • Outros suplementos utilizados.

Não é correto afirmar que toda pessoa com doença renal esteja proibida, mas também não é seguro recomendar o uso sem autorização do nefrologista.

 

DOENÇA HEPÁTICA

O fígado participa intensamente do metabolismo de aminoácidos e amônia.

Pessoas com cirrose, encefalopatia hepática ou insuficiência hepática devem utilizar apenas com autorização do especialista.

A glutamina não deve ser usada para tratar ou desintoxicar o fígado.

 

GLUTAMINA E CÂNCER

Células normais e células tumorais podem utilizar glutamina.

Por isso, pacientes com câncer não devem iniciar ou evitar o suplemento apenas com base em explicações simplificadas.

Em alguns contextos oncológicos, a glutamina é investigada para efeitos adversos do tratamento. Em outros, o metabolismo da glutamina é alvo de pesquisa terapêutica.

A decisão deve ser tomada pelo oncologista e pela equipe de nutrição.

 

GLUTAMINA E DOENÇA FALCIFORME

Existe uma formulação farmacêutica específica de L-glutamina aprovada em alguns países para reduzir complicações da doença falciforme.

Esse uso envolve indicação, produto, dose e acompanhamento específicos.

A Glutamina Pura 200g comercializada como suplemento não deve ser apresentada como equivalente ou substituta desse medicamento.

 

DIFERENCIAIS DA UnicPharma

A apresentação em pó permite diluição e ajuste de quantidade conforme orientação profissional.

O pote de 200g pode fornecer aproximadamente 40 porções de 5g.

Quando comprovadas pelo laudo e pelo rótulo, características como ausência de saborização, corantes, açúcares e maltodextrina podem facilitar a inclusão em diferentes rotinas alimentares.

Entretanto, não é possível afirmar sem documentação que:

  • Seja a glutamina mais pura do mercado.
  • Apresente absorção superior.
  • Não cause desconforto em estômagos sensíveis.
  • Seja recomendada pela maioria dos geriatras ou nutrólogos.
  • Seja eficaz para longevidade.
  • Trate sarcopenia ou doenças intestinais.

A qualidade deve ser demonstrada por identidade, teor, pureza, estabilidade e análises microbiológicas e físico-químicas.

 

PERGUNTAS FREQUENTES (FAQ)

O que é glutamina?

É um aminoácido produzido pelo organismo e presente em alimentos proteicos.

É um aminoácido essencial?

É classificada como não essencial ou condicionalmente essencial.

O que significa condicionalmente essencial?

Significa que a demanda pode superar a produção do organismo em determinadas situações de grande estresse metabólico.

É o aminoácido mais abundante do corpo?

É o aminoácido livre mais abundante no sangue e em determinados tecidos.

Todas as pessoas precisam suplementar?

Não. A maioria dos adultos saudáveis produz e obtém glutamina suficiente.

A glutamina aumenta a imunidade?

Ela participa do metabolismo imunológico, mas a suplementação não garante aumento das defesas.

Faz adoecer menos?

Não existe comprovação consistente em adultos saudáveis.

Previne gripes e resfriados?

Não.

Ajuda após uma virose?

Não há garantia de recuperação mais rápida.

Substitui alimentação durante a recuperação?

Não.

Ajuda o intestino?

Pode influenciar a barreira intestinal em contextos específicos, mas não funciona para todas as condições.

Fecha o intestino permeável?

Não deve ser apresentada dessa forma.

Funciona como cimento intestinal?

Não.

Elimina toxinas do sangue?

Não.

Acaba com o inchaço abdominal?

Não há garantia.

Ajuda na síndrome do intestino irritável?

Há estudo positivo em um subgrupo específico com diarreia pós-infecciosa e permeabilidade aumentada.

Serve para qualquer tipo de intestino irritável?

Não está comprovado.

Trata doença de Crohn?

Não.

Trata retocolite ulcerativa?

Não existe evidência suficiente.

Trata colite?

O termo colite possui diferentes causas e exige diagnóstico.

Ajuda em doenças autoimunes?

Não está comprovado como tratamento.

Doenças autoimunes começam no intestino?

Não existe uma única causa aplicável a todas as doenças autoimunes.

Melhora a absorção de vitaminas?

Não existe comprovação de aumento geral da absorção.

Faz absorver 100% dos nutrientes?

Não.

Combate a sarcopenia?

A glutamina isolada não é um tratamento comprovado para sarcopenia.

Aumenta massa muscular?

Não há benefício consistente em pessoas saudáveis.

Aumenta a força?

Não existe efeito garantido.

Evita perda muscular em idosos?

Não substitui proteína adequada e treinamento de força.

Ajuda na mobilidade?

Não está comprovado com 5g de glutamina isolada.

Previne quedas?

Não.

Freia o catabolismo?

Não demonstrou efeito consistente em adultos saudáveis treinando.

Estimula síntese proteica?

Participa do metabolismo proteico, mas não substitui aminoácidos essenciais.

Substitui whey protein?

Não.

Substitui uma refeição?

Não.

Ajuda na hipertrofia?

Não existe evidência consistente.

Melhora o desempenho esportivo?

Meta-análises não encontraram benefício geral relevante.

Reduz dor muscular?

Alguns estudos isolados sugerem possível efeito, mas os resultados não são consistentes.

Acelera a recuperação?

Não há benefício garantido.

Devo tomar imediatamente depois do treino?

Não existe necessidade comprovada.

Devo tomar em jejum?

Não existe superioridade comprovada.

Qual é o melhor horário?

O horário pode seguir a rotina e a orientação profissional.

Posso tomar à noite?

Em geral, o horário pode ser ajustado conforme a prescrição.

Posso tomar com alimentos?

Sim, salvo orientação diferente.

Posso misturar com whey?

Sim, quando a associação estiver adequada ao plano nutricional.

Posso misturar com creatina?

Em geral, é possível, mas a necessidade de cada suplemento deve ser avaliada.

Posso colocar no suco?

Sim, desde que consumido após o preparo.

Posso colocar no café ou chá?

Evite líquidos excessivamente quentes e armazenamento prolongado da mistura.

A glutamina tem sabor?

A L-glutamina pura costuma apresentar sabor suave, mas isso depende da matéria-prima.

Dissolve completamente?

A solubilidade depende da temperatura, do volume de líquido e da granulometria.

É micronizada?

Essa característica precisa ser confirmada no laudo.

É 100% pura?

Somente a análise da matéria-prima pode confirmar.

Possui maltodextrina?

Confira a lista completa de ingredientes e o laudo.

Possui açúcar?

Precisa ser confirmado no rótulo.

Possui glúten?

Verifique a declaração de alergênicos.

Possui lactose?

Depende do processo e de eventuais excipientes.

O scoop contém exatamente 5g?

Somente se o dosador tiver sido validado para a densidade específica do produto.

Posso medir com colher de cozinha?

Não é o método mais preciso.

Quanto rende o pote?

Com porções de 5g, aproximadamente 40 doses.

Posso tomar mais de 5g?

Somente conforme indicação profissional.

Dose maior funciona melhor?

Não necessariamente.

Posso usar todos os dias?

A duração deve ser definida conforme o objetivo e reavaliada.

Quanto tempo demora para funcionar?

Não existe prazo universal nem efeito garantido.

Vou sentir algo na primeira dose?

Provavelmente não há uma sensação específica esperada.

Pode causar náusea?

Sim.

Pode causar dor abdominal?

Sim.

Pode causar gases?

É possível.

Pode causar diarreia?

Sim.

Pode causar constipação?

É possível.

Pode causar alergia?

Sim, embora não seja comum.

Quem tem doença renal pode usar?

Somente após avaliação do nefrologista ou profissional responsável.

Quem faz hemodiálise pode utilizar?

Somente dentro do planejamento nutricional da equipe de nefrologia.

Quem tem doença no fígado pode utilizar?

Precisa de avaliação médica.

Quem tem cirrose pode utilizar?

Não deve iniciar por conta própria.

Quem tem câncer pode tomar?

Somente após avaliação do oncologista.

Pessoas internadas devem usar?

Somente quando a equipe assistente indicar.

Ajuda depois de cirurgia?

Depende do procedimento e do estado clínico; não deve ser usada automaticamente.

Pode ser perigosa em pacientes críticos?

Sim. Altas doses foram associadas a maior mortalidade em determinados pacientes críticos.

Gestantes podem utilizar?

Somente sob orientação do obstetra ou nutricionista responsável.

Mulheres que amamentam podem utilizar?

Somente com avaliação profissional.

Crianças podem utilizar?

Somente mediante prescrição pediátrica.

Idosos podem utilizar?

Podem utilizar quando houver indicação e avaliação da função renal, hepática e nutricional.

É um suplemento para longevidade?

Não existe evidência de aumento da longevidade.

Ajuda a emagrecer?

Não há comprovação consistente.

Reduz gordura abdominal?

Não.

Quando devo interromper?

Em caso de reação alérgica, desconforto intenso ou orientação profissional.

Quando devo procurar atendimento?

Em caso de dificuldade para respirar, inchaço do rosto, vômitos persistentes, alteração de consciência ou reação importante.

 

ADVERTÊNCIAS

  • Utilizar conforme orientação profissional.
  • Não utilizar como tratamento para sarcopenia.
  • Não utilizar como tratamento para doenças inflamatórias intestinais.
  • Não utilizar para prevenir ou tratar infecções.
  • Não existe comprovação de que feche um “intestino permeável”.
  • Não substitui proteínas, refeições ou treinamento de força.
  • Pacientes hospitalizados não devem utilizar por conta própria.
  • Pessoas com doenças renais ou hepáticas precisam de avaliação.
  • Pacientes com câncer devem consultar o oncologista.
  • Não aumentar a dose por conta própria.
  • Não utilizar o dosador como medida exata sem confirmação de equivalência com 5g.
  • Suspender em caso de reação adversa importante.
  • Manter fora do alcance de crianças.
  • Não utilizar após o prazo de validade.

 

CONTRAINDICAÇÕES E PRECAUÇÕES

  • Não utilizar em caso de hipersensibilidade à L-glutamina ou aos componentes do produto.
  • Gestantes e lactantes devem utilizar somente com orientação profissional.
  • Crianças e adolescentes devem utilizar somente mediante prescrição.
  • Pessoas com insuficiência renal precisam de avaliação individualizada.
  • Pessoas com insuficiência hepática ou encefalopatia hepática não devem iniciar por conta própria.
  • Pacientes críticos, em choque ou com falência de múltiplos órgãos precisam de manejo exclusivo da equipe hospitalar.
  • Pacientes oncológicos devem discutir o uso com o oncologista.
  • Pessoas com sintomas gastrointestinais persistentes devem investigar a causa.
  • Não utilizar como substituto de tratamentos prescritos.

 

ORIENTAÇÕES GERAIS

  • Confirme a pureza e a composição no laudo da matéria-prima.
  • Verifique se o dosador corresponde realmente a 5g.
  • Informe todos os medicamentos e suplementos utilizados.
  • Mantenha ingestão adequada de proteínas conforme orientação.
  • Para sarcopenia, priorize avaliação e treinamento de força supervisionado.
  • Para sintomas intestinais, procure diagnóstico antes da suplementação.
  • Não utilize para interromper diarreia, sangramento ou dor abdominal intensa.
  • Não utilize como forma de evitar infecções.
  • Não interrompa medicamentos prescritos.
  • Imagens meramente ilustrativas.

 

ARMAZENAMENTO

  • Manter fora do alcance de crianças e animais domésticos.
  • Conservar na embalagem original e devidamente fechada.
  • Armazenar em local fresco, seco e protegido da luz, do calor e da umidade.
  • Manter entre 15°C e 30°C, salvo orientação diferente no rótulo.
  • Não armazenar em banheiro, cozinha, veículo ou próximo a fontes de vapor.
  • Utilizar sempre utensílio limpo e completamente seco.
  • Não introduzir colher molhada no pote.
  • Não transferir para recipiente sem identificação.
  • A formação de grumos pode indicar contato com umidade.
  • Não utilizar se houver alteração importante de cor, odor ou aparência.
  • Não utilizar se o lacre estiver violado.
  • Não utilizar após o prazo de validade.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.


Informações Legais


As informações desta página têm caráter exclusivamente informativo e descritivo, não constituem propaganda nem substituem a orientação de um profissional de saúde.


A dispensação deste produto está sujeita à avaliação de profissional habilitado. Quando aplicável, a prescrição poderá ser realizada por farmacêutico, conforme a legislação vigente e a Resolução CFF nº 586/2013. As informações técnicas e sugestões de uso foram elaboradas por profissional habilitado.